Demorei uns dias pra voltar aqui por nada mais que pura preguiça e percebi que o lance de postar diariamente nao rola comigo, nessa madrugada maravilinda pós natal vou postar procês uma historia que lembrei agora a pouco e dois pensamentos que me vieram a cabeça esses dias.
Eu estava com uma dor de cabeça bem forte uns dias atrás, enquanto eu esperava na fila de uma farmácia me peguei pensando que com aquela dor de cabeça eu me sentia menos solitário, completo, ela me parecia fiel; logo simpatizei com ela e tive medo repentino de perde-la, depois de uns minutos a frente naquela fila medonha pensei, ok dor de cabeça
já estás muito forte e podes ir embora.
Ana repetia o mesmo hábito quando ia conversar ou fazer conhecer alguém novo, sempre buscava a maneira mais aceitável de se explicar aquela que considerava a mais normal, uma que não soasse tão estranho, tinha sempre medo de não ser aceita, ela acaba-ra sem perceber que o seu lado mais belo era justamente aquele que costumava ocultar, Ana acabava sem deixar ninguém conhece-la de verdade.
Sempre gostei de vender, vender de tudo, não sei se é a parte do dinheiro ou apenas o prazer de me livrar de algo que não preciso e conseguir algo que preciso em troca, acho que só simplemente gosto de vender as coisas,
lembro que quando tinha uns 7 anos minha vó trabalhava em um museu zoobotânico, certo dia ela veio a mim e me disse para entregar os ingressos do tal museu na escola aos os meus colegas e eu de boas aceitei a missão sem entende-la direito, fui no dia seguinte à escolinha, como eu pretendia sai vendendo à 3 reais a entrada do tal museu feliz da vida como todo bom homem de negócios, quando cheguei em minha casa mais tarde com 7 anos e uns 50 reais mais os trocados no bolso chamei minha vó e mostrei o quanto eu era foda, ela ficou desesperada e me mostrou escrito no verso do ingresso (proibida a venda deste bilhete) no dia seguinte fui a escola e me vi diante de uma fila de crianças acompanhados de seus pais me pedindo "reembolso", reembolsei cada um e segui com minha vida.
Para Helen.
Mou Johnny Mou.
Caravana dos pensamentos de alguém retardado
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
A industria
Walter um doutor que passara anos de trabalho estudando e desenvolvendo uma possível cura para o vírus HIV, um belo dia após anos de pesquisa ele finalmente desenvolve uma fórmula que viria a resultar numa cura, o homem rapidamente pensa, oque eu faço? e considera o mais apropriado relatar ao seu superior, que obviamente o parabeniza e diz a Walter não comentar nada com ninguém por hora ao menos até que todos os detalhes da formula sejam acertados e bem discutidos, enquanto o superior pergunta a ele como chegou a essa "cura"ele entrega a Walter um cheque em branco e aconselha o homem a ir ao laboratório buscar suas coisas e tirar o resto do dia para descansar, o homem liga para sua esposa em estado de êxtase enquanto desce o elevador rumo a garagem do centro de pesquisas, ela não esta em casa, ele deixa um recado na secretaria eletrônica dizendo a ela que deve encontrá-lo no Cochon danseur as 21:00 ele iria explicar tudo melhor lá, não precisaria de reservas, e entra no carro escuro na garagem mal iluminada e enquanto pensa que finalmente tudo em sua vida teve proposito motivo e razão (ou até sentido) e ele ouve uma voz aguda vindo do banco de trás diz, -me desculpe não desejava ter que fazer isso mas é o meu trabalho, meu contratante vê isso como necessário entende? não se pode patentear uma "cura" definitiva eles tem que lucrar, lucrar com a morte, com o meio do fim, você não pode parar essa industria, vai dizer que você em 40 anos do surto do HIV acreditou que seria o primeiro a achar uma "fórmula magica" evidente que não, e vai por mim não será o ultimo, eu sei que é triste ao seu ver que é difícil entender mas essa é a realidade, novamente me perdoe só faço oque sou pago pra fazer, Walter acena com a cabeça afirmando e pensa apenas em sua esposa que o espera no restaurante confusa, e do banco de trás surge um par de luvas negras segurando um lenço de éter o asfixiando, e assim se repete a historia em laboratórios por todo mundo.
Já parou pra pensar sobre o fato de que uma cura pra um vírus como o HIV ou uma doença como o Câncer já ter sido descoberta mas não foi visto como algo "lucrativo" para a industria farmacêutica, os grandes laboratórios ficam cada vez mais ricos “vendendo a saúde” com coquetéis, formulações e drogas que resolvem localmente, mas não erradicam de fato com o problema, imagine (ou ao menos tente) quantos bilhões são movidos anualmente nessa industria.
Segue a linha de pensamento de teorias de conspiração como empresas de venda de petróleo mundiais matarem o cara que inventou o carro movido a água.
Vai dizer que todo mundo já esqueceu do avião que sumiu com uma CENTENA de pesquisadores do combate ao HIV?
Mou Johnny Mou
http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2014/07/cura-da-aids-poderia-estar-naquele-aviao.html
Já parou pra pensar sobre o fato de que uma cura pra um vírus como o HIV ou uma doença como o Câncer já ter sido descoberta mas não foi visto como algo "lucrativo" para a industria farmacêutica, os grandes laboratórios ficam cada vez mais ricos “vendendo a saúde” com coquetéis, formulações e drogas que resolvem localmente, mas não erradicam de fato com o problema, imagine (ou ao menos tente) quantos bilhões são movidos anualmente nessa industria.
Segue a linha de pensamento de teorias de conspiração como empresas de venda de petróleo mundiais matarem o cara que inventou o carro movido a água.
Vai dizer que todo mundo já esqueceu do avião que sumiu com uma CENTENA de pesquisadores do combate ao HIV?
Mou Johnny Mou
http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2014/07/cura-da-aids-poderia-estar-naquele-aviao.html
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Ferrou 3:00
Sobre medo, nunca fui um cara medroso (pode se dizer o contrario da minha irmã) lembro de quando mais novo todas as vezes que ela sentia vontade de ir na cozinha ou ao banheiro de madrugada e me acordava para encobri-la do satanás enquanto ela fazia oque tinha de se fazer, eu com minhas poses de karatê em que acreditava serem dignas de nocautear o satanás ou apenas dar tempo suficiente dela correr,
Ate hoje a situação se repete de outras maneiras com alguns amigos, como quando vou ao cinema ver algum filme de terror e eles nem sequer tem coragem de olhar para a tela o filme inteiro e depois tenho que explicar todo o filme pra pessoa, mas alguns medos em particular são eternos e inexplicáveis.
Quem lembra do lobisomem do mundo da lua?
São medos que nunca te abandonam, coisas bestas mas por serem marcantes se tornam tão diferentes dos demais, quando menor eu tinha em especial três grandes medos,
O maior deles era do telettubies branco quando pequeno era um dos meus programas preferidos ate que um dia tive um belo sonho "eu andava em um dia nublado numa rua como um corredor de cercas de madeira e avistava uma cerca em especial daquelas de arame farpado escancarada lembro de alguém que andava ao meu lado entrar nessa cerca e eu ir atrás preocupado tinha entrado num lugar aberto ao céu com aqueles canos verdes do mario em tamanhos diferentes logo tinha me perdido ate ouvir uma voz me chamando segui a voz e cai num dos canos e apareci em uma sala escura iluminada apenas pelo circulo de luz que vinha de onde eu cai, de repente apareceram todos os quatro telettubies vindo da parte escura da sala e ficaram me encarando e vejo sair do escuro entre eles o telettubies branco e acordei" lembro desse sonho tão nitidamente ate hoje.
O outro era do curupira pois li num livro que ele levava embora a noite as crianças ruins e tolas e eu com total ciência de que não era um exemplo de criança hue, nem tentei melhorar apenas fiquei esperando meu dia do juízo final com um lápis bem apontado de baixo do travesseiro, dai criei um cagaço desgraçado.
Mas e ai qual seu grande medo incompreensível?
Mou Johnny Mou
Ate hoje a situação se repete de outras maneiras com alguns amigos, como quando vou ao cinema ver algum filme de terror e eles nem sequer tem coragem de olhar para a tela o filme inteiro e depois tenho que explicar todo o filme pra pessoa, mas alguns medos em particular são eternos e inexplicáveis.
Quem lembra do lobisomem do mundo da lua?
São medos que nunca te abandonam, coisas bestas mas por serem marcantes se tornam tão diferentes dos demais, quando menor eu tinha em especial três grandes medos,
O outro era do curupira pois li num livro que ele levava embora a noite as crianças ruins e tolas e eu com total ciência de que não era um exemplo de criança hue, nem tentei melhorar apenas fiquei esperando meu dia do juízo final com um lápis bem apontado de baixo do travesseiro, dai criei um cagaço desgraçado.
Mas e ai qual seu grande medo incompreensível?
Mou Johnny Mou
"O planeta está doente"
Tenho visto tantas pessoas falando a frase mais manjada do mundo: "salvem o planeta" e suas versões "estamos matando o planeta Terra". sei que a raça humana se acha os pikas das galaxias mass menos, por favor menos.
Nossa importância para a terra e igual a zero, nada mesmo, somos nada mais que um monte de micróbios desprezíveis se espalhando na superfície, não e como o agente smith de matrix diz "que o nosso comportamento na terra e comparado a um vírus" pois se fodemos ela, não e nada comparado ao que ela já passou.
O planeta passou por incontáveis extinções em massa e por mudanças cataclísmicas. Já levou meteoro na fuça, já teve eras de vulcões, e já foi uma bola gigante de lava. O planeta caga e anda para todos nós e para o fato de que podemos estar apenas acelerando nossa extinção, que para a Terra será mais uma das inúmeras de sua coleção.
Somos tão importantes para a Terra quanto um adoçante é para uma coxinha.
Mou Johnny Mou.
Nossa importância para a terra e igual a zero, nada mesmo, somos nada mais que um monte de micróbios desprezíveis se espalhando na superfície, não e como o agente smith de matrix diz "que o nosso comportamento na terra e comparado a um vírus" pois se fodemos ela, não e nada comparado ao que ela já passou.
O planeta passou por incontáveis extinções em massa e por mudanças cataclísmicas. Já levou meteoro na fuça, já teve eras de vulcões, e já foi uma bola gigante de lava. O planeta caga e anda para todos nós e para o fato de que podemos estar apenas acelerando nossa extinção, que para a Terra será mais uma das inúmeras de sua coleção.
Somos tão importantes para a Terra quanto um adoçante é para uma coxinha.
Mou Johnny Mou.
Ratoeira do sertão
Devo ter lido isso em algum lugar que já nem lembro mais onde foi a um tempo atrás sobre uma coisa chamada “ratoeira do sertão".
Dizia o texto, que os pequenos agricultores do sertão, se viam sempre às voltas com roedores irritantes, que infestavam os paióis de milho e outros grãos, causando grande prejuízo. A ratoeira do sertão consistia em capturar um dos ratos vivo, e prender o animal numa gaiola de passarinho. Uma vez lá, o rato passaria a ser cuidado como se realmente fosse ele um passarinho, recebendo rações de milho gradualmente cada vez menores.
O animal começaria a sofrer de uma terrível fome, e é nesse momento em que o roedor estaria às portas do desespero, que o fazendeiro começaria a jogar a ele pedaços cortados de outros ratos. O efeito da estranha dieta era imediato. Inicialmente ele se recusaria a comer, sentindo o cheiro dos companheiros. Urinaria sobre a carne, mas diante da fome a lhe atraiçoar, o rato abandonaria de vez sua moral e comeria o companheiro. Ele então passaria por uma gradual transformação, de comedor de grãos para uma pequena fera carnívora. Dizia o texto, que ao comer carne, algo no rato muda radicalmente e ele se torna forte e bruto.
A ração de carne de rato vai então sendo gradualmente reduzida, e finalmente joga-se um rato pequeno e fraco, porém vivo, lá na gaiola. A gaiola se torna uma arena da morte. O rato, acostumado agora a uma dieta de carne, nunca mais quer ver grão na vida. Ele só quer carne. Ele vê o rato mais fraco e rapidamente come o infeliz. Cria-se assim, um rato canibal. O animal vai sendo alimentado agora com outros ratos vivos, cada vez maiores, e a luta por matar o seu alimento deixará o rato da gaiola cada vez mais forte. Ele se torna um rato maníaco. Ele agora não apenas mata para comer, mas pelo prazer de matar.
O sertanejo joga vários ratos ainda vivos na gaiola para vê-los serem assassinados a dentadas um a um. O rato se mostra uma verdadeira máquina de matar. Quando ele está “no ponto”, ele é finalmente solto na casa. É o fim de sua prisão. Transformado, o rato sai em busca de vítimas. Ele irá matar dezenas de outros ratos, que em pânico, fugirão do local. Quando não houver mais nenhum rato, a “ratoeira do sertão” irá embora atrás das vítimas, pois uma vez tendo comido carne, e matado um semelhante, ele nunca mais mudará de dieta.
Daria um bom script para um filme de terror b, basta aplicar a técnica em humanos UEHAYRUAHSU
Mou Johnny Mou.
Dizia o texto, que os pequenos agricultores do sertão, se viam sempre às voltas com roedores irritantes, que infestavam os paióis de milho e outros grãos, causando grande prejuízo. A ratoeira do sertão consistia em capturar um dos ratos vivo, e prender o animal numa gaiola de passarinho. Uma vez lá, o rato passaria a ser cuidado como se realmente fosse ele um passarinho, recebendo rações de milho gradualmente cada vez menores.
O animal começaria a sofrer de uma terrível fome, e é nesse momento em que o roedor estaria às portas do desespero, que o fazendeiro começaria a jogar a ele pedaços cortados de outros ratos. O efeito da estranha dieta era imediato. Inicialmente ele se recusaria a comer, sentindo o cheiro dos companheiros. Urinaria sobre a carne, mas diante da fome a lhe atraiçoar, o rato abandonaria de vez sua moral e comeria o companheiro. Ele então passaria por uma gradual transformação, de comedor de grãos para uma pequena fera carnívora. Dizia o texto, que ao comer carne, algo no rato muda radicalmente e ele se torna forte e bruto.
A ração de carne de rato vai então sendo gradualmente reduzida, e finalmente joga-se um rato pequeno e fraco, porém vivo, lá na gaiola. A gaiola se torna uma arena da morte. O rato, acostumado agora a uma dieta de carne, nunca mais quer ver grão na vida. Ele só quer carne. Ele vê o rato mais fraco e rapidamente come o infeliz. Cria-se assim, um rato canibal. O animal vai sendo alimentado agora com outros ratos vivos, cada vez maiores, e a luta por matar o seu alimento deixará o rato da gaiola cada vez mais forte. Ele se torna um rato maníaco. Ele agora não apenas mata para comer, mas pelo prazer de matar.
O sertanejo joga vários ratos ainda vivos na gaiola para vê-los serem assassinados a dentadas um a um. O rato se mostra uma verdadeira máquina de matar. Quando ele está “no ponto”, ele é finalmente solto na casa. É o fim de sua prisão. Transformado, o rato sai em busca de vítimas. Ele irá matar dezenas de outros ratos, que em pânico, fugirão do local. Quando não houver mais nenhum rato, a “ratoeira do sertão” irá embora atrás das vítimas, pois uma vez tendo comido carne, e matado um semelhante, ele nunca mais mudará de dieta.
Daria um bom script para um filme de terror b, basta aplicar a técnica em humanos UEHAYRUAHSU
Mou Johnny Mou.
Quando você se pergunta: Como que eu não percebi isso?
Grandes empresas como a Petrobras e até esquemas locais como "carimbó da sorte" com propagandas tão convincentes vindo a tona como grandes esquemas de lavagem de dinheiro, fraude e corrupção, Um politico corrupto cai por dia, pensar que todo esse tempo haviam órgãos governamentais como a NSA investigando e simultaneamente invadindo a privacidade de todos, tudo a mostra, logo não temos mais privacidade como antes, me assusta pensar nisso mas é a consequência de nos aproximamos cada vez mais de uma fase da grande transparência, isso é bom? sim, e ruim? também.
Engraçado pensar que muitos dizem ser muito mais seguro uns tempos atrás, ao pensar sobre isso se conclui que era tão terrível quanto hoje (ou mais) mas tudo era muito mais bem encoberto, difícil guardar um segredo hein?
Estendendo um pouquinho a ideia, alguém já ouviu ou leu a respeito daquele sujeito que manteve a filha no porão por 11 anos? chegando a ter filhos com ela e esconde-los no porão sem a sua família que morava no andar de cima sequer desconfiar?, quando tudo foi descoberto depois de onze anos foi um escândalo em tudo quanto e lugar,
O ponto em que quero chegar e que se uma coisa tao monstruosa como essa passou em branco por onze anos, não se pode ao menos ter ideia do que rola por ai enquanto eu escrevo ou você lê esse texto.
Se você quiser ler sobre o caso do "Monstro do porão" deixei um link abaixo, o nome do sujeito era Josef Fritzl.
http://veja.abril.com.br/070508/p_120.shtml
Mou Johnny Mou
Engraçado pensar que muitos dizem ser muito mais seguro uns tempos atrás, ao pensar sobre isso se conclui que era tão terrível quanto hoje (ou mais) mas tudo era muito mais bem encoberto, difícil guardar um segredo hein?
Estendendo um pouquinho a ideia, alguém já ouviu ou leu a respeito daquele sujeito que manteve a filha no porão por 11 anos? chegando a ter filhos com ela e esconde-los no porão sem a sua família que morava no andar de cima sequer desconfiar?, quando tudo foi descoberto depois de onze anos foi um escândalo em tudo quanto e lugar,
O ponto em que quero chegar e que se uma coisa tao monstruosa como essa passou em branco por onze anos, não se pode ao menos ter ideia do que rola por ai enquanto eu escrevo ou você lê esse texto.
Se você quiser ler sobre o caso do "Monstro do porão" deixei um link abaixo, o nome do sujeito era Josef Fritzl.
http://veja.abril.com.br/070508/p_120.shtml
Mou Johnny Mou
Muitíssimo prazer!!
Aqui quem fala/escreve e Johnny/Jaum/Mou/AI/oqueocéquisermechamar,
pretendo escrever aqui tudo oque me vem a cabeça e tenho medo de esquecer, vou deixar aqui como forma de upload de conhecimento minhas ideias e aquelas que concordo aprimoradas a minha maneira de pensar e ver.
Atenciosamente: Johnny/Jaum/Mou/AI/oqueocequisermechamar
pretendo escrever aqui tudo oque me vem a cabeça e tenho medo de esquecer, vou deixar aqui como forma de upload de conhecimento minhas ideias e aquelas que concordo aprimoradas a minha maneira de pensar e ver.
Atenciosamente: Johnny/Jaum/Mou/AI/oqueocequisermechamar
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